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O IDI foi uma
divisão do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, criada
por Bergmiller, Goebel Weyne e Maurício Roberto. O objetivo
do IDI era se tornar um centro de informação e divulgação
do design, mostrando ao grande público o que era o desenho
industrial.
O Instituto organizou um evento que se chamou "Desenho Industrial
- Bienal Internacional do Rio de Janeiro" em 1968, 1970 e 1972.
A Bienal do Rio mostrava o que estava acontecendo na área
no Brasil e no mundo. Ele tamb;em organizou exposições
temáticas (como "O talher contemporâneo"
e "A imagem corporativa").
Mais tarde, o IDI se tornaria uma espécie de seção
de pesquisa da ESDI, sendo que vários de seus membros lecionavam
na escola que não conseguiu incorporar essa atividade.
Um dos trabalhos mais conhecidos do IDI foi o "Manual para
planejamento de embalagens", que esgotou rapidamente após
seu lançamento.
O Insituto também desenvolveu um projeto para a normatização
da produção de mobiliário escolar no Brasil,
em todos os níveis (do primeiro grau ao curso superior).
Esse projeto teve a participação de ortopedistas,
educadores e dos principais produtores de mobiliário escolar
do Brasil. Também foram desenvolvidos manuais para possibilitar
a produção das peças em pequenas e médias
indústrias, como acontece na área rural do país.
Os participantes do IDI também tinham a preocupação
de não deixar nunca que o instituto estabelecesse alguma
concorrência com outros escritórios.
O IDI foi desativado no fim dos anos 80, quando o MAM suspendeu
seu funcionamento.
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