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Frutiger aprendeu
as técnicas de impressão com Otto Schaeffli e estudou
na escola de artes e ofícios de Zurique. Lá, produziu
um trabalho acadêmico sobre a história da tipologia
ocidental e foi premiado pelo ministro do interior. Em 52 foi convidado
por Charles Peignot para trabalhar na Debern & Peignot, aonde
ficou por 9 anos.
Por volta de 55, ele supervisionou a adaptação das
famílias tipográficas da Debern & Peignot para
o sistema de fotocomposição Lumitype. Em 55 ele criou
a família Merídien, que se tornaria a primeira família
do sistema lumitype.
Em 57, ele apresentou ao público sua criação
mais conhecida, a família Univers. Em 97, ele criou uma versão
revisada do alfabeto, com 59 pesos diferentes.
Em 1960, Frutiger abriu seu próprio ateleier em Arcueil,
nos aredores de Paris.
Frutiger é designer, tipógrafo ilustrados e Escultor
e continua em atividade.
Entre seus trabalhos estão as Tipologias: Univers, OCRB (Criada
especialmente para ser reconhecida por computadores), President
(1953), Phoebus (1953), Ondine (1954), Méridien (1955), Universe
(1957), Opéra para a Sofratype (1959), Egyptienne (1960), Apollo
para a Monotype (1962), Serifa para a Bauer (1967), OCR-B para a
Monotype (1968), Iridium para a Linotype (1975), Glypha (1979),
Frutiger/Roissy para a Linotype (1976), Icone para a Linotype (1980),
Versailles para a Linotype (1982), Breughel para a Linotype (1982),
Didot para a Linotype, Ornaments One e Ornaments Two (1991)
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